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Em meio a todo esse turbilhão, aconteceu um dia de chuva.
Um dia de chuva em que eu estava vestida pra um casamento.
O dia em que mudei a direção, que escolhi caminhar na chuva..
..que decidi tirar o salto alto e manter o guarda-chuva vermelho nas mãos..
..que saí do trem antes da hora pra andar no parque.

E sentir o cheiro de terra molhada, de folhas molhadas, de galhos molhados, de roupas molhadas, sapatos molhados, pés imersos n'água. E ouvir os passarinhos cantando no topo das árvores. E seguir a trilha cheia de poças, de lama, de folhas caídas no chão. Levadas pelo vento, pelas gotas, pela emoção.

Um momento perfeito e um passo à frente da razão.

Janayna Velozo.
13.10.2010

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"To me it's so simple that life should be lived on the edge.
You have to exercise rebelion.
To refuse to tape yourself to rules,
To refuse your own sucess,
To refuse to repeat yourself,
To see every day, every year, every idea as a true challenge,
And then you are going to live your life on a tight rope."


Philippe Petit
[From the docummentary MAN ON WIRE)



Trailer here!

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Fazer uma lista com 5 OBJETIVOS (ex: fazer um mestrado em Harvard) e 5 DESEJOS (ex:conhecer Bali). Escolher um DESEJO e um OBJETIVO e fazer uma outra lista com METAS (ex: começar um projeto de pesquisa, aprender inglês... juntar dinheiro, pesquisar coachsurfing) pra conseguir realizar.

Sinceramente?? Como raios você pretende conseguir o que quer sem nem ter parado pra pensar o que quer?

Quando a gente se foca em algo, ficamos mais atendos pra aquilo... e aglomeramos pessoas que podem nos ajudar a conseguir. Que o universo conspira, conspira... mas bem que a gente pode dar uma mãozinha na escolha da conspiração, né?!?!=D

Boa sorte!!

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Japan. So far away from my native country and so different. While Brazil has soccer as a national passion, Japan has baseball... while we have 500 years of history, Japan has more then 2.500... while we express ourselves with movement and words, they contemplate stillness and silence... ... ...while we contemplate coffee, they drink tea. The green tea is everywhere: served in restaurants, eaten as ice cream, sweets, candies, cakes... represented in silks, clothes and fans, shown in gentle gestures... grown in fields... practiced by gueishas and old souls. The green tea is a strong voice of the Japanese culture.

But the story started much earlier than the actual tea ceremonies can remember. Brought from China by monks, the green face of Japan was mainly consumed by priests and nobles as a medicine during the Nara period. The pleasure for its taste only came after battles and prayers, warriors and emperors, enclosures and deals... after the religious ritual became the wings of the highly educated: a symbol of status. 


The tea ceremony had many different faces and shaped itself through time, passing by the strong influence of the samurais and the spirit of Murata Shukou that found the balance between the two worlds: China and Japan.

The hands of Murata Juko transformed it into the "way of tea" that is characterized by silence, resilience, slow movements, simplicity, beauty, humility, profundity, emptiness, purity and respect. Unadorned bowls, containers, gongs and chopsticks, celebrate the unique present moment. Each movement has a deep meaning and a profound wholeness, once it will never happen again. As a foreigner I see the tea ceremony as a representation of the fluidity of life and a path to reach ones self through perfection.

和 敬 清 寂

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"Tem muita gente piruá nesse planeta.
Gente que não reage ao calor,que não desabrocha.
Fica ali, duro, triste e inútil pro resto da vida.
Não cumpre sua sina de revelar-se, de transformar-se em algo melhor.
Não vira pipoca, mantém-se piruá.
E um piruá emburrado, que reclama que nada lhe acontece de bom. Pois é. Perdeu a chance de entregar-se ao fogo, tentou se presevar, danou-se.
O importante na vida é reagir às emoções, e não manter-se frio, fechado, feito um grão que não honrou seu destino."

(cahvingert)

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                     Publicado no meu fotolog em 18 de março de 2006.

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Desde o natal que não escrevo praticamente nada (além do último post, que não foi lá bem feliz). Queria dizer que tô bem e cheia de estórias e novidades pra contar!! Mas tô de mudança esse mês! Depois conto. Em abril devo voltar a escrever por aqui! =)

Por enquanto... um texto que escrevi há tempos atrás...

É que em tempos de cegueira, onde o medo de cair nos impede de andar, onde as mentiras ditas ao acordar ganham pernas e saem pelo mundo deixando na boca o gosto do que queremos ser (mas não somos), onde o mundo tem o sabor do pouco que nos restou... tempos que nos afastam de nossos espelhos já sem reflexo, que nos isola nos cantos escuros que deixamos (ainda ontem) pra resolver no depois que se estende para além das horas possíveis, tempos em que nossa cegueira ultrapassa os espaços do outro, que invade os problemas do mundo e se impõe num grito independente de unicidade e imparcialidade inexistente...

Ficamos assim: imersos entre pena e orgulho, entre a dúvida e a afirmação, submersos em apatia e indefinição, em insuficiência e caos, ansiedade e vício... esperando que o mundo aceite nossas beiras, nossos excessos... necessitando encontrar um ombro amigo no próximo acordar, um rosto conhecido pelo cheiro de verdade, pelo sabor de sensatez, pelo aperto forte das mãos, pela voz doce de colo ao cair da tarde. E ficamos assim, esperando ser salvos.. cada um na sua concha, no seu casulo, no seu espaço seguro.

É que... em tempos de cegueira... tudo que precisamos é despertar da nossa lucidez empoeirada, é estender as mãos e sentir a direção do vento, é esquecer o discurso de ontem, deixar o jardim com cheiro de terra molhada, abandonar os lençóis (ainda mornos), esvaziar-se dos risos, arriscar.

Porque em tempos de cegueira... bastaria despir-se de si mesmo... e despertar.

Janayna Velozo
01.12.2006

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Eu sempre tive essa sensação estranha de que não existe começo ou fim; como se Deus fosse um químico com amnésia, que não sabe de onde veio nem como foi criado (porque certamente se ele soubesse, saberíamos também nós) e repete, numa velocidade insana: "Na natureza tudo se cria, nada se perde. Tudo se transforma." Talvez tenhamos criado essa noção de começo e fim ao observarmos nascimentos e mortes (se é que de fato temos essa habilidade). Vai saber. Pra mim, sempre foi como se eu estivesse passando pelo ad infinitum. Hoje, é como se eu, eu mesma, sempre tivesse existido.

A forma de enxergar o mundo mudou. Drasticamente. Passei a reconhecer-me nos outros, nas coisas do mundo e a saber-me inexistente de qualquer heroismo. Minhas margens desapareceram da minha vista. Foram-se, ofegantes, retornar à moradia primeira. O "eu" se misturou ao "eles", "elas", "tu", "nós". Se algum dia estive apenas em mim, não o estou mais.

Já devo ter dito, em cartas outras, o quanto o idêntico é vital aos japoneses. Aqui acho que nunca existiu o "eu", apenas o "nós". E não se engane, não se trata de coletividade calorosa, compaixão, empatia, ou qualquer vislumbre de que o mundo pulsa além (e aquém) de sua própria batida. Não. Na terra do sol nascente eles não sabem o que é ser si mesmo. Aqui se nasce, se vive e se morre em silêncio.

Um silêncio que me grita todos os dias: "você não é um deles!".

Acho complicado fugirmos do similar. Entre frases, amores, risos, empregos e rotinas, passamos todos pelo idêntico linguajar dos conceitos. O mundo das palavras é um só: caminho é caminho. Idênticos em escrita, e nela apenas. Afinal de contas demos um uso diferenciado às palavras. Criamos pronuncias, sotaques, diminutivos, trejeitos. E reinventamos, a cada instante, o contexto em que estarão inseridas. Teu "caminho" te lembra arbustos, enquanto o meu se reparte em mil pedaços. O idêntico é pura demagogia.

Não lhe é estranho passarmos uma vida inteira tentando ser únicos, quando sempre o fomos desde o gozo? E mesmo que instistamos a buscar, em terras outras, nossa imparcial importância... a quem queremos impressionar? Em qual pedra tentamos cravar nosso nome? Quem escolhemos pra contar nossa estória? Por quem queremos ser lembrados?

"... acreditar em algo grande que mude nossas vidas...", me disseram essa semana. Talvez Linus Pauling, ganhador de dois prêmios Nobel, possa dialogar com essa sentença ao dizer que "para ter uma boa idéia, primeiro você tem que ter várias idéias." É preciso se criar escolhas, divergir, desatar-se dos laços de genialidade e buscar, consciente, o raro encontro da preparação com a oportunidade, ao qual chamamos de sorte.

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Desde que fui aceita na equipe até aqui, apesar dos percalços que o destino nos aplicou (e que sabe-se lá onde vai dar)... construímos uma relação de amizade fortíssima, uma conexão muito além do empregador-funcionário e que ainda vai dar muitos frutos (ohohoho). E essa eu não podia deixar de postar!!! Vejam por si mesmos...

Orguiu jana = mode on
Parabéns!!!!
(não que ele vá ler isso, mas que fique a energia boa!)

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Representante legítimo da Santíssima Trindade. Assim como dos três atributos de Deus de onisciência, onipotência e onipresença. Primo. Um dos tidos de Fibonacci e Lucas (desse nunca ouvi falar). O número três representou pra mim, o inferno astral. Porque entre eu, tu e ele... presente, passado e futuro... pensar, falar e agir... reino animal, vegetal e mineral... e todas as outras premissas que cercam o mito, o que se passou comigo nos TRÊS últimos meses foi digno de um comercial de mal gosto japonês.

Como num vou entrar em detalhes dos pontos que fizeram meu triângulo virar um círculo sem começo, fim ou horizonte certo, resumirei meus equívocos à inocência dos robôs. Desculpem, mas enquanto as árvores colocam uma nova plumagem pro inverno, mudando suas cores e cantos, o que vejo nas ruas são seres humanos apáticos. Essa é a pintura que não desbota. Viciados em trabalho, os japoneses estão, literalmente, se matando, enquanto suas barbies (conhecidas como esposas) cuidam dos filhos que só verão seus pais, com sorte, nos finais de semana. Filhos estes que, confinados aos limites do oceano Pacífico e cercados por máquinas falantes, serão cada vez mais privados de contato humano.

A fotografia dos samurais e gueixas fica pros elucidados membros de uma língua formal e submissa, hierarquica e severa, curta e silenciosa. O hoje é uma mistura amarga entre o futurismo alienado e vazio do comportamento ocidental, misturado à falta de sensibilidade de quem já se se acostumou a não mostrar emoções. Fechados em si mesmos e para si mesmos, o espelho tornou-se o livro de cabeceira, enquanto o divã, vazio, espera por qualquer traço de verdade que escape do discurso cotidiano. Quando escapa. Quando há verdade. E enquanto o espelho não quebra...

Saravá!

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Coisa mais fofa desse mundo cantandu!!! Ai ai... lembrança da minha infância esses dias... =)

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Porque são estranhos os laços que nos prendem às brumas brancas e turvas do amanhecer de ontem. Ouves o pedido?? Às vezes sussurado em lágrimas que te brotam recordares do que ainda não és, às vezes dito em sorrisos de pavão, outras no silêncio que te é tão íntimo. Se gritas e teu reflexo não te escuta...
fala baixinho
com carinho
deita com ele nas horas de dormir
enrola os cachinhos
beija-lhe a testa e diz:
amo você.

Quem sabe num tímido instante de lúcidez tu descubras que és sim a princesa do castelo de areia. Esculpido em dedos frágeis e pequeninos, de menina, onde as estrelas te parecem tão próximas, o mar tão sem fim, a areia tão macia... E brinques de rainha, com teus príncipes que te enchem de euforia ao contar que o horizonte não termina ali. E te gargalham sabores de véspera, campos verdes e distantes, aventuras ácidas e errantes... e se vão. Sem saber que o castelo será destruído pela bruma...

...ainda branca, ainda turva, ainda... o que te leva à beira d'água em dias de sol.

jana.
[texto feito pra Raphaella]

Ao som de Yann Tiersen, em 8mm.

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Enquanto o lápis empoeirado aguarda nossas mãos mornas na gaveta há muito já esquecido, sentamos no computador e procuramos alguma mensagem de fim de ano pra enviar aos conhecidos, familiares, amigos íntimos. Talvez consigamos de fato achar algo escrito por outrem que se encaixe tão perfeitamente no que gostaríamos de escrever, que parece ter saído de nós mesmos. Então copiamos e enviamos, até bem intencionados, numa atitude tão repetitiva, feita por tantos nessa época do ano. Existe época pra fazer isso??

Como se não bastasse a atitude mecânica de fazê-lo "porque é natal", ainda esquecemos de colocar qualquer vestígio nosso, qualquer rabisco de nossa própria autoria... esquecemos um outro ser humano lá do outro lado vai receber... esquecemos de interagir com ele.. de dizer "oi, tudo bom?", "adoro essa época de natal" ou até mesmo um "como vai a família?". Deixamos pra trás qualquer traço de unicidade, de personalidade... os destinatários viram uma massa única.

Ao enviar a mesma mensagem pra (quase) toda a nossa lista de contatos, esquecemos de ser pessoais... próximos... calorosos... Mas não temos tempo de escrever pra meio mundo de gente. Quem tem tempo hoje em dia? E finalmente atropelamos nossos momentos com quem amamos e deixamos de dar às pessoas o que de fato elas mais querem: um pouco da nossa atenção.. um pouco do nosso tempo. Porque é mais fácil enviar uma mensagem pronta do que escrever meia dúzia de palavras, assim como é mais fácil comprar "uma lembrancinha" na esquina do que procurar algo que signifique uma lembrança de nós mesmos pro outro ou algo que pareça tanto com o outro que faça-o pensar "ela me conhece", "ela lembrou de mim, de mim". Porque também queremos que conheçam nossos gostos, que saibam quem somos de fato.. mesmo que secretamente.

Se eu pudesse pedir algo nesse natal, seria um instante de lucidez.. onde pudéssemos nos desligar da tomada e das atitudes automáticas, e repensar quem somos.. o que estamos fazendo com nossas vidas.. pra onde queremos ir... quem queremos que esteja conosco... e finalmente, quanto tempo estamos dedicando a nós mesmos e às relações que estamos estabelecendo com as pessoas que nos cercam. Que façamos de cada momento, uma oportunidade de dizer o quanto elas nos são importantes... Que nos façamos diferentes, nos aprimorando a cada instante.. E que sejamos mais e mais felizes... cada vez mais felizes!!!

jana.
[escrito em dezembro de 2008]

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Felicidade se acha é em horinhas de descuido...

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De estranho a coleguinha de classe... de colega a companheiro de equipe... de amigo a futuro marido. Percebeu a evolução?? Só me resta agora te dar um filho!!! IAUHAIhaia... mas deixa pra depois do casório, viu?? Enquanto isso vá treinando com as curitibanas pra num fazer feio na lua de mel. Meu melhor amigo, meu confidente, minha putinha safada que vive me perturbando o juízo e me deixando agoniada com essa porra desse jogo que num saí!! Você trate de ficar rico logo pra eu ter meu diamante no dedo, rapaiz!!! Senão troco de noivo, viu??

Ontem foi aniversário dele. Num preciso dizer nada de tu não, né?? Nem o quanto tu é importante pra mim, nem o quanto sinto tua falta... nem quantas horas passamos conversando no skype também!! AIUahiuahihaua...

Tô junto, viu?? Sempre junto.
Te amo caralho.

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eu ontem tive a impressão
que deus quis falar comigo
não lhe dei ouvidos

quem sou eu pra falar com deus?
ele que cuide dos seus assuntos
eu cuido dos meus

(Paulo Leminski)

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Nao consegui te ligar ainda... então resolvi postar por aqui, pra te desejar um FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

O que falar de alguém que parece ter saído de um filme de ficção científica? Ahhh pai, o que eu sei é que vou dormir com você tentando assistir o jornal da meia-noite ao mesmo tempo em que lê algum livro achado na minha estante, vou acordar com você dizendo "isso lá são horas de acordar menina!!", acompanhado de alguma observação a respeito de algum cano que precisa ser consertado. E aí você vai lembrar que não trouxe suas ferramentas e vai dizer "minha noooooossa.. esqueci minhas ferramentas!" e eu vou sorrir porque adoro seus esquecimentos. Durante nossas conversas, enquanto falo e você tenta prestar atenção falando "unnnn... un runnnn", vou ter a certeza que você está fazendo algum cálculo matemático levando em conta a densidade das núvens de mercúrio na superfície da estrela Alfa Andrômeda, e mesmo assim vou continuar falando porque em algum momento você lembra que existe vida na terra e volta.

Volta, e traz de volta, a grandiosidade de um homem simples, inteligentíssimo, humilde, trabalhador, humano. O pai que cantava pra mim na hora de dormir, que brincava comigo na calçada de casa, que me manda sair mais de casa, comer mais, transar mais, reclamar mais, lutar mais pra ser gente e conquistar meu espaço nesse mundo que te parece tão desvendado.

Tô conquistando pai.. tô conquistando... com a força de quem tem o orgulho de ser tua filha.

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"Tem muita gente piruá nesse planeta. Gente que não reage ao calor,que não desabrocha. Fica ali, duro, triste e inútil pro resto da vida. Não cumpre sua sina de revelar-se, de transformar-se em algo melhor. Não vira pipoca, mantém-se piruá. E um piruá emburrado, que reclama que nada lhe acontece de bom. Pois é. Perdeu a chance de entregar-se ao fogo, tentou se presevar, danou-se. O importante na vida é reagir às emoções, e não manter-se frio, fechado, feito um grão que não honrou seu destino."

(cahvingert)

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I don't want to forget my life. Forget who I am, what I did, people I met...

And having a real memory problem makes me worry about what I will remember about myself in some time. That's why I keep this diary. Yesterday I was thinking about why we always want to capture things, happenings, moments... even the little ones. Why? What for? Doesn't that makes us live less in the moment?? Where goes the will of being in the moment? Can we really do that? Aren't we always somewhere else at the same time?

A friend talked about God yesterday and it was funny and interesting. I always learn something from people, even things that I don't like or agree. And that's what living is all about, isn't it? To learn, grow, be someone better... and somehow, find your place, find yourself. Anyway, what's wrong with religious people?? Why they always have to think that there's only one way to reach what they call "God"? And then everyone else is wrong, they are the only right human beings on earth. Is it that difficult to understand that there is no truth outside? And at the same time there are no lies. Nothing wrong, nothing right... only things that fit or not, that are allowed or not, that groups of people understand and accept or not... it's all about us, humans, and what we create for ourselves, for our lives... and for what we call society. Yes, we invented a lot of things; it's more about control then anything. We need the comfort zone. We need security. We need to be sure about limits.

And we need to break them.

[...]

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" If you look at the science about what is happening on earth and aren’t pessimistic, you don’t understand data.

But if you meet the people who are working to restore this earth and the lives of the poor, and you aren’t optimistic, you haven’t got a pulse."

(Paul Hawken)


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